Amanhã é o dia internacional da mulher. Gostaria de aproveitar a ocasião para dissertar sobre esses seres tão sensíveis, generosos e adoráveis. Mas será que as mulheres são assim realmente? Classificar ou rotular pessoas por gênero, raça, idade, classe social, etc, não é uma coisa muito boa para uma estudante de ciências humanas, eu sei. Porém, quero falar sobre esses mitos que se renovam e reinventam sobre as mulheres.
Não me considero uma mulher de acordo com os padrões. Talvez meu ego queira me convencer que sou diferente, única. O fato é que sou diferente, mas gosto de observar comportamentos.
As mulheres que considero de verdade não desejam várias aventuras amorosas, antes, desejam encontrar aquele com quem vale a pena compartilhar seus melhores momentos - e os piores também. As várias relações podem se dar porque seus namorados não souberam ser homens de verdade - preciso defendê-las! -.
Mulheres de verdade desejam se realizar profissionalmente, conquistar seu espaço. Desejam aproveitar suas vidas intensamente. Não querem ser objetos. Não querem passar na rua e ouvir cantadas chulas. Não querem se sentir apenas um corpo, pretendem ser valorizadas integralmente.
Com o tempo, acabam desejando a maternidade. Desejam que isso ocorra tendo ao lado um bom candidato a pai. Com o tempo, a beleza já não é mais tão importante. Os homens interessantes são aqueles que as respeitem, valorizem. Alguém digno de admiração. Mas isso não significa que elas deixem de cuidar da própria aparência, pois, com o tempo, as mulheres percebem que os homens não mudam. E que para eles, a aparência de uma mulher ainda e importante. Mesmo aos cinquenta anos!
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